Como Duarte Pio e seu pai enganaram os portugueses!

Os factos;

Após a morte de D. Manuel II e até recentemente à conta de muita propaganda e repetição continuada de slogans falsos criou-se no imaginário popular a ideia que o Sr. Duarte Pio de Bragança era descendente dos últimos Reis de Portugal (D. Carlos I e D. Manuel II) e por essa via o legitimo herdeiro do título de

Duque de Bragança e legítimo pretendente ao trono de Portugal.
Nada é mais falso como pode ser comprovado pela leitura atenta dos documentos constantes no livro D. Rosário de Bragança 1.800.000 de leitores, um milhão e oitocentos mil leitores que faz deste ebook totalmente grátis o livro mais lido em Portugal nos últimos 100 anos! 

 

 

 

 

 

 

 

A razão do ebook ser grátis é porque todos os portugueses devem ler, compreender e indignar-se como foi possível esta mentira, este teatro durante mais de 85 anos?!

As mistificações de Duarte Pio começam no próprio nome, este senhor que se apresenta aos portugueses como “ Duarte Pio João Miguel Gabriel Rafel bla..bla..bla de Bragança” afinal chama-se apenas e tão só Duarte Pio de Bragança, não tem mais nome nenhum no seu BI e mesmo o apelido Bragança que à Casa Real Pertencia teve de o ir buscar à mãe pois o apelido do Pai era Rafael Egídio só após o casamento Duarte Nuno passa a usar o apelido Bragança.

A segunda mistificação seria o parente mais próximo do Rei D. Manuel II, em primeiro lugar o pai de Duarte Pio era primo em 7º grau de D. Manuel II o que significa à face da lei nem sequer ser considerado parente do último Rei de Portugal por outro lado sem contar com D. Maria Pia a filha reconhecida de D. Carlos I meia irmã de D. Manuel II,  Duarte Pio tinha 36 primos e 6 tias na frente dele por esse motivo tentou justificar que seria o parente português (nacionalidade original) mais próximo e aqui chegamos à 3ª mistificação.

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Juntos venceremos as mentiras!

Rara entrevista RTP onde contam a verdade click aqui!

Na página do falso duque Duarte Pio de Bragança temos aos olhos de todos algumas das maroscas que usou para se fazer passar por aquilo que não é dando a entender que o avô dele é pai de D. Carlos I e que D. Manuel II é avô dele- Truques de ilusionista trapalhão e manhoso:

A 3ª mistificação- O parente português- trata-se da nacionalidade falsificada pelo pai de Duarte Pio  que fez 2 processos de aquisição de nacionalidade 1 em 1942 que foi cancelado pela 1ª conservatória de Lisboa em 7 de Maio de 2013 nessa primeira aquisição de nacionalidade Duarte Nuno, pai de Duarte Pio alegava ser filho de pai português e com essa mentira consegue essa nacionalidade original falsificada caiu por terra em 2013, fica então a segunda aquisição de nacionalidade de por fixação de residência ( ou seja naturalização- quer dizer estrangeiro naturalizado) em 1961. Ora Duarte Pio que nasceu em 1945 na Suíça como suíço só podia adquirir a naturalização também por residência em 1961 após o pai mas nesse caso deveria também ter havido um processo de naturalização o que não foi o caso, os registos centrais simplesmente mantiveram a nacionalidade original de Duarte Pio porque por motivos no mínimo estranhos não retiraram as devidas consequências da anulação da nacionalidade original falsificada de Duarte Nuno ( adquirida em 1942)  em 2013 para os filhos do mesmo senhor particularmente Duarte Pio que deverá ver a sua nacionalidade original anulada e depois fazer a aquisição por naturalização ou por residência ou por casamento. Para garantir isto SAR. D. Rosário solicitou há cerca de um mês a anulação da nacionalidade falsificada de Duarte Pio de Bragança.

 

 

 

 

 

 

 

Documento 1                                                               Documento 2  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Documento 3                                                                          documento registo nascimento anulado 2013

Chegamos então à 4ª mistificação que são os chamados pactos de Dover e Paris que Duarte Pio alega que D. Manuel II teria deixado de herança o título de Duque de Bragança ao avô (Miguel II) ora Miguel II avô de Duarte Pio morreu 5 anos antes de D. Manuel II um morto não pode herdar nada logo o pai de Duarte Pio não podia herdar de seu pai algo que D. Manuel II não lhe deixou e também não deixou a Duarte Nuno e pela mesma razão Duarte Pio não pode herdar o que o pai não possuía nem podia possuir o título de Duque de Bragança. E isso mesmo o reconhece o avô de Duarte Pio na tentativa desesperada e não cumprida de pedir a D. Manuel II a devolução dos títulos e da nacionalidade que a lei do banimento lhes retirou em 11 de Dezembro 1834.

 


 

 

 

Mas os apoiantes do Reino- Faz- de- Conta de Duarte Pio e o próprio rei faz de conta Duarte Pio de Bragança, na sua estratégia de consolidação de poder através da repetição continua de falsidades  não se contentam em contar as mentiras que envolvem a sua história pessoal, mas também em difundir falsidades e mentiras a respeito da verdadeira Casa Real Portuguesa relembro por exemplo esta entrevista da SIC  onde apelida a verdadeira duquesa de Bragança de louca e chama todos os nomes ao actual e verdadeiro duque de Bragança SAR. D. Rosário.

Na entrevista em questão fala-se de 2 coisas muito importantes sobre um parecer do MNE que se veio revelar falso e ilegal mandado fazer pelo então ministro Freitas do Amaral, e a detenção do verdadeiro duque durante 6 meses como se de um delinquente se tratasse.
Recordo a quem nos lê que vivíamos então sobre o reinado de José Sócrates esse homem acusado na justiça de receber milhões em luvas pelos mais variados assuntos e quiçá por toda esta operação que foi o ataque ao verdadeiro duque de Bragança ( leia aqui).

Recordemos os factos Freitas do Amaral então Ministro de Negócios Estrangeiros sabe-se lá porquê, porque razões e a troco do quê manda o chefe do departamento jurídico fazer um parecer a dizer que o governo português reconhece Duarte Pio de Bragança como rei de Portugal, imediatamente esse parecer ( com o estilo Freitas do Amaral- apesar de assinado por Luís Serradas Tavares) que era um documento ,supostamente interno e por isso classificado em segredo de estado, do MNE cai nos jornais convenientemente e cria-se na opinião pública a falsa ideia que o governo reconhecia Duarte Pio como Rei. Confrontado pelo advogado de D. Rosário Freitas do Amaral adoece conveniente e diplomaticamente e demite-se uns dias depois sendo substituído por Luís Amado na sequência desse parecer o então embaixador de Portugal em Itália contacta as autoridades italianas dizendo que o governo português reconhecia Duarte Pio como rei de Portugal e que o verdadeiro duque era um vigarista e outros mimos que lhe chamou incitando mesmo a autoridades italianas a tomarem medidas que resultaram na detenção de D. Rosário por 6 meses.

Entretanto a bronca rebenta no blogue  Notas Verbais   (especializado em notícias do MNE) do jornalista Carlos Albino e na AR com a tomada de posição do então deputado Nuno da Câmara Pereira que pergunta ao MNE se Portugal tinha reconhecido oficialmente Duarte Pio como rei de Portugal. Ao novo ministro Luís Amado não lhe restou opção que não fosse dizer que o parecer não tinha validade jurídica nem homologação política porque Portugal é uma república e que à luz do artº 288 da CRP não há reis nenhuns nem pretendentes a tronos que não existem. Mas o ministro devia ter ido mais longe ou seja deveria ter aberto uma investigação criminal a quem elaborou o documento porque esse documento que não tinha base legal pelo contrário atentava contra a nossa lei maior a Constituição se tratava dum documento falso. As falsificações podem ser de 2 tipos materiais por exemplo uma nota falsa ou ideológicas como foi o caso o documento é feito em papel verdadeiro e timbrado do Estado mas o que está escrito no documento é não corresponde à verdade e por isso é falso.
Mas mais do que falso esse parecer foi criminoso pois provocou danos morais e materiais ao verdadeiro duque de Bragança que ainda hoje não foram ressarcidos pois apesar de já ter sido absolvido de todas as acusações de que foi alvo em Itália na sequência da denúncia caluniosa orquestrada por Freitas do Amaral, embaixador Vasco Valente e demais funcionários do MNE. O estado Italiano tarda em dar a respectiva indemnização financeira dos prejuízos causados a D. Rosário e o processo que corre em Portugal contra os funcionários do MNE envolvidos na questão está parado seguramente à espera de cair na prescrição....
De tudo isto se conclui a jogada inteligente dos apoiantes de Duarte Pio e do seu reino faz de conta, o poderoso e conhecido lobby monárquico do Ministério dos Negócios Estrangeiros é como a velha história do polícia que coloca um pacote  de droga no bolso de alguém que pretende tramar e de seguida acusa a sua vítima (leia aqui).

Como D. Rosário o disse e bem em tempo oportuno em  discurso ( oiça aqui) se ele fosse vigarista e falsificador não teria sido perseguido pelo governo de José Sócrates, pelo contrário teria sido certamente acarinhado tal como o foi e tem sido Duarte Pio o falso duque de Bragança pelos donos de Portugal, quer seja um José Sócrates cujo ministro Freitas do Amaral fez o que fez, um Ricardo Salgado – que lhe emprestou 25 milhões com uma garantia patrimonial de 2 milhões ( veja aqui)​- e muitos outros que construíram uma teia de interesses sociais, empresariais e econômicos ao longo dos anos em torno de Duarte Pio, motivo pelo qual nos deparamos com todas as dificuldades de trazer a público nos meios de comunicação a verdade sobre a Casa Real Portuguesa. 

Livro grátis valor 50€


Como a justiça o provou D. Rosário é não só o verdadeiro duque de Bragança confirmado por 2 sentenças directas contra Duarte Nuno e Duarte Pio como por uma indirecta que ao absolve-lo da acusação de falso duque de Bragança o reconheceu como verdadeiro:

Duarte Pio proibido de se intitular Duque de Bragança

e

Pai de Duarte Pio proibido de se intitular Duque de Bragança

Finalmente

Absolvição TOTAL e inequívoca das imputações fabricadas pelos apoiantes de Duarte Pio funcionários do MNE 

 



Porque não temos politicos capazes de defender os interesses nacionais ! A Casa Real Portuguesa  constitui-se na reserva moral e histórica capaz de salvar Portugal!

Um povo que não conhece e não respeita a sua  história não tem hipóteses de sobreviver! Portugal só foi grande no tempo da monarquia- desde que a república se instalou Portugal perdeu o império de forma vergonhosa prejudicial para os portugueses e para os povos nativos que se viram envolvidos em décadas de guerra civil, perdemos quase 60% da reserva de ouro nacional, as empresas de referência e de importância estratégica nacional estão hoje nas mãos de estrangeiros. A divida externa que tem estrangulado a economia e a vida dos portugueses 85% da qual gerada pela corrupção. 





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